A Vida em contramão
Passaram anos desde que eu imaginei
O tronco mágico de uma canção que eu só sei
Passaram dias, anos, poemas sobre nada
Em que confundi o destino com a estrada
Mas um dia tu chegaste e tudo mudou
A dança escrava em dança se libertou
Dançara o nada até dançar o coração
Como chegar a casa e varrer a solidão
Refrão 1
Por isso eu já não danço
Quando entra a solidão
Te abraço e te levo
Pela vida em contramão
Te agarro e te trago
No mundo dentro de mim
Como um louco
Preso a um amor sem fim
Tudo o que eu trago nosso dentro de mim
É como um vício de um início que nega o fim
É como uma história que insiste em se contar
Em palavras, beijos, em lábios e no olhar
E se o tempo passou pelo tempo eu não dei
Na chuva, no vento, na fúria do granizo
A canção cresceu e agora eu sei
Que rebenta, explode, detonada no teu riso
Refrão 2
As coisas que vivemos
Entre o tempo que passou
O tempo que perdemos
Mas que o tempo guardou
Eu sei agora que o amor iludiu o fim
Ris.
E o teu riso
Dança dentro de mim.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
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